Sobre

A Lili, por trás das mãos

Chamo-me Liliana de Freitas — Lili para toda a gente. Nasci na Venezuela, numa casa onde se fazia tudo à mão: as pinhatas das festas, as bonecas das filhas, os arranjos das mesas. Hoje o meu atelier fica na Madeira, e é daqui que saem todas as peças que vês neste site.

A Lili no seu atelier na Madeira, rodeada de peças em curso, papel e materiais de trabalho

A história

Da Venezuela para a Madeira

Na Venezuela, as pinhatas não eram decoração: eram o centro da festa, feitas em casa durante semanas. Foi aí que aprendi a trabalhar o papel, o pano e a paciência. Quando a vida me trouxe para a Madeira, trouxe o ofício comigo — e a ilha deu-lhe novas cores: o mar entrou na resina, a Laurissilva entrou no gesso.

Cada peça que faço junta essas duas terras. Não uso moldes industriais nem produção em série: o que sai daqui, sai uma vez.

As mãos da Lili a moldar uma peça, em grande plano, com a luz natural do atelier

O ofício

Quatro famílias, duas mãos

  • Pinhatas — celebração e papel, franja a franja, à medida da festa.
  • Bonecas de pano — costuradas à mão, com nome e história próprias.
  • Resina — a linha nova: o Atlântico vazado em camadas, peça a peça.
  • Gesso — formas puras moldadas de coisas verdadeiras: conchas, folhas, estrelas.
Lockup da Mãos da Lili: duas mãos a amparar uma estrela sobre o nome da marca e a assinatura «ateliê artesanal · Madeira»

Trouxe o ofício nas mãos; a Madeira deu-lhe casa.